Close Menu
  • Home
  • Diretoria
  • Transparência
  • Notícias
    • Brasil
    • Tocantins
    • Entretenimento
    • Politica
    • Cidade
  • O Clube
  • Convênios
Facebook Instagram WhatsApp
ASMIPAR
Facebook Instagram TikTok
Atendimento
  • Home
  • Diretoria
  • Transparência
  • Notícias
    1. Brasil
    2. Tocantins
    3. Entretenimento
    4. Politica
    5. Cidade
    6. Ver Todas

    PF investiga criminosos que usaram os Correios para envio de drogas no Tocantins

    maio 14, 2026

    Padre do TO chama atenção nas redes sociais pelo bom-humor e danças divertidas

    maio 14, 2026

    Mãe suspeita de movimentar mais de R$ 20 milhões com jogos de azar se declarava faxineira, diz polícia

    maio 14, 2026

    Homem é condenado a 20 anos de prisão por matar empresário durante tentativa de roubo em loja

    maio 14, 2026

    Produtora de filme ‘Dark Horse’ nega ter recebido dinheiro de Vorcaro: ‘Não consta um único centavo’

    maio 14, 2026

    Badi Assad revisa ’35 anos musicais’ em álbum em que aborda Caymmi, Chico Buarque, Gonzaguinha e Tom Jobim

    maio 14, 2026

    Documentário sobre Bolsonaro, ‘A Colisão dos Destinos’ estreia hoje em 17 estados; Flávio Bolsonaro está entre entrevistados

    maio 14, 2026

    Camila Coelho anuncia fim do casamento após 21 anos de relacionamento

    maio 14, 2026

    Mostrando união, associações de militares estaduais prestigiam solenidade de passagem de Comando da PM-TO

    maio 14, 2026

    Associações de militares saem em defesa do Comandante-Geral da PMTO e desmentem matéria publicada em site de notícia

    maio 14, 2026

    Presidentes de 13 associações militares fazem moção de apoio a comandantes da PM e Bombeiros e ressaltam queda criminalidade no TO em suas gestões

    maio 14, 2026

    Com iniciativa de militares da Força Tática, PM faz a alegria de centenas de crianças em Paraíso

    maio 14, 2026
  • O Clube
  • Convênios
ASMIPAR
Home»Entretenimento»Como Ceia, selo que projetou Djonga e Tasha & Tracie, terminou com polêmicas e briga judicial
Entretenimento

Como Ceia, selo que projetou Djonga e Tasha & Tracie, terminou com polêmicas e briga judicial

abril 13, 2026Nenhum comentário0 Visitas


Entenda a briga da Ceia, ex-gravadora de Djonga e outros rappers
“Todos que tenham a mesma fome, todos que tenham a mesma sede, sentem-se à mesa”. Esse era o lema da Ceia Ent., coletivo de rap nascido em 2016 e que gerenciava a carreira de nomes como Djonga, Tasha & Tracie, Kyan, Febem e Clara Lima.
Fundada por Don Cesão e Nicole Balestro, a empresa chegou ao fim em 2023 e deixou um rastro de polêmicas envolvendo direitos autorais, além de processos na Justiça por calúnia e difamação.
Dez anos depois da sua fundação, a empresa voltou a ser assunto por conta de uma sequência de diss tracks, músicas feitas com a intenção de atacar alguém.
No dia 13 de março, Don Cesão lançou “Doze Judas Na Minha Ceia”, citando o fim da produtora e suas brigas com os artistas. Na última terça-feira (7), Clara Lima respondeu com “O Que Me Diss Respeito”, com tréplica saindo 24h depois.
Abaixo, o g1 explica a ascensão, queda e todas as confusões atuais envolvendo a Ceia:
Todos na mesa
A Ceia nasceu com um modelo de negócios inovador: a empresa e os artistas não teriam contratos. Os acordos sobre divisão de lucro eram verbais, com uma divisão de 90% dos resultados indo para o bolso dos artistas e 10% para a Ceia.
Inicialmente, Don Cesão trabalhava como uma espécie de “caça-talentos”, buscando novos nomes do rap pelo Brasil, sendo ele mesmo um rapper que chegou a integrar o coletivo Damassaclan. Ficava para sua então esposa, Nicole Balestro, as questões burocráticas.
Nicole também tinha um histórico ligado ao rap, tendo trabalhado em festas de rap em São Paulo e atuado como produtora na equipe de Flora Matos.
Também chamava a atenção do mercado a maneira como a produtora atuava em parceria no mercado publicitário. Empresas como Budweiser, Adidas e Itaú fecharam campanhas com artistas do selo.
Initial plugin text
O auge
Durante três anos, a Ceia se colocou como o principal selo do segmento. O carro-chefe da empresa era Djonga, vindo de Belo Horizonte (MG) e que durante seu período na empresa, era um dos rappers mais ouvidos do país.
Tasha & Tracie passaram de revelação para dupla de destaque – hoje têm na carreira passagens por festivais como o Lollapalooza Brasil.
Vindo da Praia Grande, no litoral de São Paulo, Kyan era a grande revelação do trap nacional.
Integrantes do coletivo Ceia em estúdio
Reprodução/Instagram
Entre 2017 e 2022, os artistas da Ceia rodavam o Brasil, fechavam publicidades e figuravam entre os grandes nomes da cultura hip-hop. A ideia que a empresa passava para o público era de um coletivo familiar, onde um ajudava o outro. Mas toda família tem seus problemas…
A queda
Em março de 2023, após uma série de acusações nas redes sociais e a debandada de artistas, Don Cesão postou um vídeo em seu Instagram anunciando o fim da Ceia.
Pelo lado dos artistas, a reclamação geral era sobre a falta de prestação de contas por parte dos empresários e a dificuldade de entender seus direitos sobre os fonogramas.
Já Don Cesão e Nicole diziam que a Ceia até tinha problemas burocráticos, mas todas as prestações de conta foram feitas. Eles diziam que a falta de um contrato gerou mais problemas do que soluções.
O mais vocal sobre sua saída foi Djonga. Na época, ele criticou a falta de estrutura burocrática na empresa e disse que, mesmo sem contrato, precisou de um acordo para comprar sua parte dos fonogramas.
O g1 apurou que a negociação mais tensa sobre como ficariam os direitos sobre as músicas foi com relação a Djonga.
“NU” e ”Histórias do Meu Lugar”, os dois últimos álbuns do rapper feitos na Ceia, foram comprados pelo artista junto à produtora por cerca de R$ 300 mil.
No entanto, os fonogramas dos três primeiros álbuns de Djonga, “Heresia”, “O Menino Que Queria Ser Deus” e “Ladrão”, estavam vinculados a Don Cesão. O empresário vendeu o catálogo para Rodrigo Oliveira, dono da produtora GR6, e Rodrigo revendeu as obras para Djonga, sob condições de pagamento mais tranquilas.
A empresária Nicole Balestro e o rapper Kyan
Reprodução/Instagram
Brigas na Justiça
O g1 entrou em contato com todos os envolvidos citados na matéria. Nenhum artista processou a Ceia como empresa, mas quatro deles processam sua ex-empresária, Nicole Balestro
Ao todo, são quatro processos: Kyan, Djonga, e as irmãs Tasha e Tracie, em conjunto, processaram Nicole na esfera criminal por crimes contra a honra, e os quatro abriram um processo por calúnia e difamação na esfera cível.
Em julho de 2025, Nicole Balestro publicou uma série de stories no seu Instagram, afirmando que Djonga, Kyan, Tasha e Tracie ainda deviam quantias a ela, em valores que, segundo ela, variam entre R$ 200 e R$ 600 mil. Os artistas negam e dizem que a empresária mente.
No caso de Kyan, Nicole afirmou que alugou um carro em seu nome e repassou o veículo para que o artista utilizasse no dia a dia. O rapper teria sofrido um acidente grave e o carro deu perda total.
A empresa responsável pelo aluguel do carro processa Nicole. Ela diz que Kyan estava na direção do veículo. Ele nega.
Já com relação a Djonga, a ex-empresária disse nas redes sociais que arcou com uma dívida que seria do artista, relacionada a um adiantamento de contrato com a agregadora Altafonte.
Sobre Tasha e Tracie, Nicole afirmou que as gêmeas fizeram processos estéticos pagos pela empresária.
Os processos envolvendo os quatro artistas e a empresária correm em segredo de Justiça.

Fonte: G1 Entretenimento

Compartilhar. Facebook Twitter Telegram Email Copy Link WhatsApp

Mais Notícias

Produtora de filme ‘Dark Horse’ nega ter recebido dinheiro de Vorcaro: ‘Não consta um único centavo’

maio 14, 20260 Visitas

Badi Assad revisa ’35 anos musicais’ em álbum em que aborda Caymmi, Chico Buarque, Gonzaguinha e Tom Jobim

maio 14, 20260 Visitas

Documentário sobre Bolsonaro, ‘A Colisão dos Destinos’ estreia hoje em 17 estados; Flávio Bolsonaro está entre entrevistados

maio 14, 20260 Visitas
BANNER LOCAL LATERAL
Top Posts

Associações de militares saem em defesa do Comandante-Geral da PMTO e desmentem matéria publicada em site de notícia

maio 14, 20261 Visitas

Mostrando união, associações de militares estaduais prestigiam solenidade de passagem de Comando da PM-TO

maio 14, 20260 Visitas

Presidentes de 13 associações militares fazem moção de apoio a comandantes da PM e Bombeiros e ressaltam queda criminalidade no TO em suas gestões

maio 14, 20260 Visitas

Com iniciativa de militares da Força Tática, PM faz a alegria de centenas de crianças em Paraíso

maio 14, 20260 Visitas
© 2026 ASMIPAR - Associação dos Militares de Paraíso e Região - Todos direitos reservados

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.